A jornalista Mônica Salgado fez críticas diretas à atriz Luana Piovani durante o programa Pânico, da Jovem Pan. Ela afirmou que a atriz transformou a polêmica em profissão e que vive de “apontar os dedos”.
Segundo Mônica, a atriz se tornou uma figura que comenta tudo nas redes, briga com famosos e transforma indignação em engajamento. Ela citou que Luana se envolve em temas como Neymar, Virginia Fonseca, Copa do Mundo, FIFA, publicidade, maternidade e política.
A jornalista questionou se essa audiência gerada por polêmicas se converte em valor comercial. Para ela, gritar nas redes pode alimentar o ego, mas não sustenta uma marca pessoal desejada por anunciantes.
Mônica também mencionou o contrato de R$ 300 mil que Luana assinou com o Sinal-DF, sindicato dos funcionários do Banco Central. A atriz foi contratada para gravar vídeos criticando a PEC da Autonomia Financeira do Banco Central. A jornalista ironizou a situação dizendo que a atriz foi “pega com a boca na botija”.
“Tirando o Banco Central, que pagou 300 mil reais para ela dar uma opinião totalmente isenta nas redes sociais, não vejo nenhuma marca endossando”, afirmou Mônica.
A declaração mais dura veio em seguida. “Não acho que uma marca séria quer se associar a essa mulher que está decadente, que está cavando a própria cova”, disse a jornalista.
Emílio Surita, apresentador do programa, também comentou o assunto. Ele disse que quem trabalha com polêmica precisa sempre subir um degrau, até chegar a um ponto em que a própria pessoa se confunde. Mônica concordou que isso pode se tornar algo viciante.
A análise da jornalista aponta que a economia da atenção recompensa o barulho, mas o mercado pode se afastar de quem vive em estado permanente de guerra. Segundo ela, a polêmica de hoje precisa ser maior que a de ontem, e a pessoa acaba se afundando no próprio personagem.
